fermentação sanguínea. quando o corpo todo não funciona, porque se deixou tudo muito tempo quieto. aí o sangue cresce, cresce... parece que não vai sobrar mais pele. não tem escapatória.
era pra ser ebulição. mas pra haver ebulição precisa contato com o ambiente. sem contato nenhum. somente a imbecilidade repetitiva. aquela, que não dá adeus, que sufoca mas parece libertar. somos os outros. somos os fermentados. aqueles que não desandam, mas quase emboloram.
casa do frio e o frio do resto. resto da dignidade e princípio da admiração. oh, desculpe os trajes. sim, eu não estava esperando. nunca, nunca estava esperando.
sempre esteve ali. ali, ó. naquele cantinho que ninguém dá bola. nem eu. então, mais que desconexo é o lado. que lado. que lado. sempre na diagonal mesmo que. é aquela coisa, de ler tudo pra quando chegar o momento do início tudo termine. sem criar expectativas é que deveria. mas como não criar expectativas quando tudo é sonho e algodão doce? loucura, soco, lepra, ausência, casualidade e fim.
não era pra ser assim? então ainda não terminou, algum apaziguador diria. então trata. me trata. e trata de resolver.
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