é bem interessante, que, com o passar do tempo algumas coisas perdem tanto sentido e outras são valorizadas de forma abismal.
parece que, de algum tempo pra cá, todo sofrimento, todo dramaqueenismo passou. porra, tudo é TÃO SIMPLES, e o exercício do espelho mostra isso perfeitamente.
e assim, atitudes desorganizadas, como simplesmente retomar contato com alguém muito in the past são satisfatórias e engraçadas. só não mais engraçadas quanto ISSO (é de 2001, please don't shoot):
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"Se eu podia muito bem não ser quem eu era, ou ser o que sou e estar sozinha, ou seguir me enganando, não deveria gostar dele.
Mas eu descobri ele.
E descobri de uma forma aleatoriamente estúpida e informal, usual e imbecil, traidora e fielmente apaixonada.
E hoje de nada posso reclamar, a não ser a distância que me separa dos olhos dele. E seria mais ou menos como li uma vez; o jeito é "deixar a saudade dormir e não acordar".
Agora sei que existe uma pessoa que faz cocô lendo rótulos como eu, e que tem vergonha da tv e muda de canal. E não é pelas afinidades que eu amo. Eu amo por tudo."
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aiai, só uma adolescência junkie e um namoradinho engraçado pra diagnosticar a leitura banheirística similar como AMOR.
:)
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