14 dezembro 2009

para Diego Voges.

São das trevas que nascem a inspiração.

Que em momentos felizes, é muito fácil.

Para ele, que viveu no escuro, ter a luz não é tarefa simples.

Mesmo assim, o sorriso é sempre franco. A risada sempre alta.

Faz mais que parte do universo, ele compreende.

Não grita ou grita pouco.

Deixa a raiva para os momentos de criação. em melodias que exalam dor.

Dor é poder.

Ele tem dor. Tem dom.

Mas também é amor. Diego é todo amor.

Quem pensa o contrário que sofra.

Eu vi a luz dele. Eu vejo a luz dele.

As trevas, só destacam tudo aquilo que ele sente.

Fulgor e obscuro.

Diego é mais que tudo, o ápice.


Meu ápice.

Nenhum comentário: