equilibrada naquela máquina. de lavar roupas. de lavar sonhos. equilibrava o corpo. de levar trabalho. de levar sonhos. e lá se iam todos os males, na sombra daquelas árvores. era para aquelas folhas que todos os dias e todas as noites ela fazia pedidos secretos de felicidade com muitos votos de sincronia. e assim iam-se os poucos momentos de lucidez tão pouco lúcida e então recordava o passado e os dias que deu tantas risadas que o eco da voz ensurdecia. e foi assim que aprendeu que tudo iria sanar, que tudo precisava sanar porque era primavera, te amo.
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