16 agosto 2008

(in)suficiente.

daquelas estradas tão longas. tão longas que cada quilômetro conta um sentimento, marcando o asfalto, com suor e vertigem. percursos que tonteiam, muitas voltas, sem previsão de chegada.

e de repente, lá pelo quilômetro vintecincomilsetecentosesessenta aparece um atalho. bagaceiro. de chão batido, não tem suor, é um resto verborrágico sem ilusão. atalho caleijado e sofrido, que não consegue ser mais nada a não ser breve.

Um comentário:

Cassi disse...

vamos escrever aqui?