daquelas estradas tão longas. tão longas que cada quilômetro conta um sentimento, marcando o asfalto, com suor e vertigem. percursos que tonteiam, muitas voltas, sem previsão de chegada.
e de repente, lá pelo quilômetro vintecincomilsetecentosesessenta aparece um atalho. bagaceiro. de chão batido, não tem suor, é um resto verborrágico sem ilusão. atalho caleijado e sofrido, que não consegue ser mais nada a não ser breve.
Um comentário:
vamos escrever aqui?
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